
Na verdade, rolinha-caldo-de-feijão não é o único nome popular da estrela deste texto. Por conta de características como cor, tamanho e aparência, ela também é conhecida como rolinha-vermelha, rolinha-juruti e pomba-café, entre outros apelidos.
Para os cientistas, esta pequena e simpática ave é a Columbina talpacoti. A primeira palavra, Columbina, significa “que se parece com um pombo”, porque a rolinha é mesmo parente do pombo doméstico, aquele tão comum nos parques e praças das nossas cidades. A segunda palavra que constitui o nome dessa espécie é talpacoti, que é como os indígenas conhecem esta ave.
Ricardo Tadeu Santori
Maria Cristina Cardoso Ribas
Faculdade de Formação de Professores,
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Thiago Saide Martins Merhy
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro
Matéria publicada em 24.01.2023
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Quando a gente pensa na paisagem de uma grande cidade, logo nos vêm à cabeça muitos prédios, avenidas, calçadas, shoppings... Enfim, muito concreto! Essa imagem em que o cinza predomina não surge à toa. Em geral, as grandes cidades têm mesmo poucas áreas verdes, ou seja, raras praças, jardins botânicos, áreas de preservação ambiental com rios e nascentes, ou, até mesmo, terrenos baldios, onde nada foi construído, mas há muita vegetação. Quando as construções são feitas sem planejamento urbano, isto é, sem incluir espaços de áreas verdes, as cidades tendem a se tornar lugares desagradáveis. Mas, claro, é possível equilibrar a paisagem entre o verde e o cinza para termos como resultado cidades mais sustentáveis!
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...