O menino Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas, nasceu na cidade de Santos, no ano de 1733. Era filho de Clara Maria Pinta e, como muitas pessoas negras daquele período, nasceu na condição de escravizado. Isso significava que não era livre e precisava trabalhar para seus proprietários, o português Bento de Oliveira Lima e sua esposa Maria Antônia Pinta. Pouco se sabe sobre a infância de Tebas, a não ser que sua mãe faleceu nesta época e que, ainda jovem, quando tinha 17 anos, foi levado para a cidade de São Paulo junto com seus senhores.
Quando Tebas e seus senhores chegaram a São Paulo, a cidade passava por algumas mudanças promovidas por um governador chamado Morgado de Mateus, que tinha como objetivo modernizar a região. Novos caminhos estavam sendo abertos e alguns edifícios, construídos, reformados ou ampliados. As igrejas, por exemplo, começaram a receber melhorias. Em vez de usar apenas barro nas construções, alguns religiosos decidiram utilizar pedras em partes das edificações.
Foi nesse momento que o talento de Tebas começou a aparecer. Ele dominava uma técnica chamada cantaria, que consistia em cortar, esculpir e encaixar pedras para formar paredes, escadas, portões e fachadas. Era um trabalho que exigia muita habilidade, porque cada pedra precisava ser cuidadosamente moldada para se ajustar às outras. Vale lembrar que, naquela época, que não existiam as máquinas que conhecemos hoje. Tebas e seus companheiros faziam tudo à mão, usando ferramentas como martelos, talhadeiras e cinzéis, uma ferramenta manual com lâminas afiadas.
Maria de Lourdes Costa
Quantos Tebas jazem invisíveis na história oficial! Adorei o artigo e minha filha também!
Thayla Rihanna
Bom… O artigo e realmente interessante bom, e legal me interessei muito espero q mais artigos assim sejam valorizados e mais conhecidos
Nathália Aparecida Burgarelli Costa
Olá, CHC. Eu estou muito feliz por suas revistas. Estou lendo todas! Meu nome é Maria Cecília do 3º ano B, da EM Prof. José Sebastião Vasques Calçada em Birigui – SP. Eu aproveitei meu tempo para ler a revista. Um abraço e um beijo.
Nathália Aparecida Burgarelli Costa
Olá, CHC. Gostamos muito da sua revista. Um beijo e um abraço. Meu nome é Brayan Adriano do 3º ano B da Em Prof. José Sebastião Vasques Calçada.