
Ma-ri-cul-tu-ra! Esse é o nome da prática de cultivar organismos do mar. As fazendas marinhas ficam na superfície ou debaixo d’água, e criam peixes, algas e mariscos. Mas qual a razão para expandirmos o cultivo para o mar? Vamos dar um passeio rápido pela nossa história…
Já faz muito tempo que o ser humano pratica a pesca. Desde então, as embarcações e os instrumentos utilizados na pescaria foram se aperfeiçoando. A pesca foi melhorando tanto que, por conta disso, algo aparentemente impossível começou a acontecer: a quantidade de peixes disponível para ser pescada na imensidão do mar começou a diminuir. É como se nos últimos tempos o ser humano tivesse feito o mar ficar mais pobre. O que fazer para mudar isso?
Monique Rached, Tássia Biazon e Alexander Turra
Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano
Universidade de São Paulo
Matéria publicada em 22.04.2021
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Você é daqueles que adora dar um mergulho para se refrescar quando está calor? Por acaso a água é o lugar onde você se sente mais à vontade? Então a primeira coisa a fazer é aprender a nadar! Além de tornar seus mergulhos mais seguros, essa habilidade pode fazer de você um atleta profissional. Seja no mar, nos rios, nos lagos ou nas piscinas, o nado é a base para muitos esportes.
Dá para imaginar que existia refrigerante no tempo em que os portugueses chegaram às nossas terras? Pois, segure o queixo: existia sim! A bebida fermentada chamada aluá fazia muito sucesso nas ruas e festas do período colonial do Brasil. A mistura de casca de fruta, água e açúcar começava a apresentar pequenas bolhas, como os refrigerantes que conhecemos. Mágica? Que nada! Microrganismos mesmo!
Diz uma brincadeira antiga que, se uma pessoa garante que já viu um fantasma, ou é muito corajosa ou muito mentirosa. Mas pode apostar que você já ficou cara a cara com um fantasma na sua própria casa! Por incrível que parece, é um fantasma diminuto, porque tem cerca de um milímetro e meio de comprimento. É a formiga-fantasma!
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...