
Quando são aplicadas na gente, elas dizem para o nosso sistema imune, responsável pela defesa do nosso organismo, algo como: “Aprenda a lutar com esses vírus e bactérias que estão chegando de leve agora, porque, se o corpo vier a se contaminar mesmo com eles, será mais fácil combater a infecção”.
Matéria publicada em 01.09.2023
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Passear pelo passado para entender o presente requer uma pitada de concentração e outra de imaginação! É de mãos dadas com ela, a imaginação, que conseguimos voltar no tempo. Já a concentração nos ajuda a acompanhar os fatos que vão sendo revelados e organizá-los na forma de uma história. O que você me diz de embarcar agora até, aproximadamente, 200 mil anos atrás para entender, de forma breve, o caminho percorrido para se chegar ao desenvolvimento das vacinas? Malas prontas? Então, vamos!
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...