Em quase todos os lugares do mundo, as pessoas comem vegetais que foram fermentados por microrganismos. O picles é apreciado em diferentes países, o chucrute é famoso na Alemanha, o natto é sucesso no Japão, e assim por diante. Uma vantagem dos alimentos fermentados é que os microrganismos vivos presentes neles são considerados probióticos, ou seja, fazem bem para nossa saúde! E, então, vamos fazer um chucrute? Esse prato fermentado é famoso na Alemanha, mas foi inventado na China. Seu nome significa “repolho azedo”.
Certa manhã no consultório, o Doutor Bartolomeu Boticão, especialista em odontologia veterinária, encontrou todas as radiografias de boca dos seus pacientes embaralhadas. Usando os seus conhecimentos do mundo animal e as fichas dos clientes do Dr. Boticão, será que você consegue ajudá-lo a identificar a quais bichos esses sorrisos cheios de dentes ou banguelas pertencem?
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...