Ilustração JacaNós, humanos, criamos sons para nos comunicar: pronunciamos palavras, frases, conversamos, cantamos, e fazemos isso em um ou mais idiomas até! Para alguns pesquisadores, essa linguagem tão elaborada, isto é, essa capacidade tão especial de falar (emitir som), ouvir e responder foi o que fez a nossa sociedade evoluir tanto.
Mas, e quando falamos de outros animais – como pássaros, macacos, baleias, sapos, abelhas… –, o que eles querem dizer com os sons que emitem? Essa é exatamente a pergunta que os biólogos que trabalham na área de bioacústica tentam responder. Nem sempre é uma tarefa fácil!
Eliziane Garcia de Oliveira,
Programa de Ecologia,
Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Matéria publicada em 29.04.2019
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Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses especialistas vêm de... ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios.
Quando a gente pensa na paisagem de uma grande cidade, logo nos vêm à cabeça muitos prédios, avenidas, calçadas, shoppings... Enfim, muito concreto! Essa imagem em que o cinza predomina não surge à toa. Em geral, as grandes cidades têm mesmo poucas áreas verdes, ou seja, raras praças, jardins botânicos, áreas de preservação ambiental com rios e nascentes, ou, até mesmo, terrenos baldios, onde nada foi construído, mas há muita vegetação. Quando as construções são feitas sem planejamento urbano, isto é, sem incluir espaços de áreas verdes, as cidades tendem a se tornar lugares desagradáveis. Mas, claro, é possível equilibrar a paisagem entre o verde e o cinza para termos como resultado cidades mais sustentáveis!
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...