
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura…
*Alberto Caeiro era um dos pseudônimos (nome fictício) adotado por Fernando Pessoa, o escritor e poeta português mais famoso de todos os tempos. Ele viveu de 1888 a 1935, mas seu “Poema VII” só foi publicado em Lisboa, pela Imprensa Nacional, no livro Poemas de Alberto Caeiro, bem depois de sua morte, em 2020. Você pode ter acesso ao texto completo na edição digital gratuita da obra.
Matéria publicada em 03.08.2026
Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje das Crianças.
Em quase todos os lugares do mundo, as pessoas comem vegetais que foram fermentados por microrganismos. O picles é apreciado em diferentes países, o chucrute é famoso na Alemanha, o natto é sucesso no Japão, e assim por diante. Uma vantagem dos alimentos fermentados é que os microrganismos vivos presentes neles são considerados probióticos, ou seja, fazem bem para nossa saúde! E, então, vamos fazer um chucrute? Esse prato fermentado é famoso na Alemanha, mas foi inventado na China. Seu nome significa “repolho azedo”.
Certa manhã no consultório, o Doutor Bartolomeu Boticão, especialista em odontologia veterinária, encontrou todas as radiografias de boca dos seus pacientes embaralhadas. Usando os seus conhecimentos do mundo animal e as fichas dos clientes do Dr. Boticão, será que você consegue ajudá-lo a identificar a quais bichos esses sorrisos cheios de dentes ou banguelas pertencem?
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...