A liberdade é um dos bens mais preciosos para a humanidade. Não é à toa que as batalhas mais sangrentas e grandes movimentos sociais foram impulsionados por esse sentimento. E não foi diferente para Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Guiné Bissau. Para se tornarem livres da colonização de Portugal, foi preciso que uma grande parcela da população desses cinco países se engajasse na luta pela liberdade.
Reféns do colonialismo – isto é, da dominação de seus territórios e de seus povos por uma nação estrangeira –, esses países viveram por um período longo sob leis criadas com o objetivo de inferiorizar e discriminar sua gente. Dentro de seus próprios países, cabo-verdianos, são-tomenses, angolanos, moçambicanos e guineenses eram vistos como “selvagens” e tratados como inferiores, enquanto pessoas brancas de origem europeia eram consideradas “civilizadas”, de hábitos superiores.
Por causa dessa divisão social, muitas barreiras impediam os africanos de acessarem direitos básicos, porque as leis só beneficiavam as pessoas brancas europeias. Para se ter uma ideia, a população africana trabalhava em péssimas condições e não tinha acesso às escolas, mesmo pagando altos impostos.
Mas como isso mudou? Com um longo processo, que incluiu avanços sociais, desafios políticos e, infelizmente, guerras, que só terminaram em 1975.
Movimento pela libertação
Desde o século 19, a África foi partilhada por diferentes nações europeias, consideradas, na época, potências econômicas e políticas. A busca por matéria-prima, por maior poder político e territorial, assim como um ideal de civilização e de raça baseado nos moldes europeus, motivaram essa invasão. Embora os colonizadores tenham sempre enfrentado resistência dos povos africanos, eles conseguiram se estabelecer no território durante anos. Portugal foi o último país da Europa a perder suas colônias. E é essa história de luta que queremos contar aqui.
Por anos, Portugal controlou suas colônias, e coube aos africanos se mobilizarem de diferentes modos contra o colonialismo em seus países. Organizaram o processo de independência criando movimentos sociais e políticos que estimulavam a luta pela liberdade. Cansadas de serem tratadas de maneira diferente e desigual, com o preconceito racial e a violenta discriminação, as pessoas se organizaram e foram às ruas. Fizeram protestos culturais e políticos, e investiram na educação, na escrita, na música e na cultura como meios para criticar o sistema colonial.
Leticia
Amei as imagens
leonardo vinicius posser flore
eu a gei legau e bem creativo eu queria mais
Benício Brito
Amei,poderiam publicar mais sobre a Angola,gosto desse país
Lorena 4•E
Amei fiquei sem palavras
Theo Araújo Albuquerque.
Gostei muito da historia foi minha mamãe que leu pra mim.
Gosto desse assunto eu tenho 9 anos e o meu irmão Tiago já estudou isso.
Valdeci Luiz Fontoura dos Santos
Viva todo o povo negro!!!
melissa
foi muito legal eu queria conhecer um pouco mais
laura
eu amei a revista da consciensia negra amo vcs CHC
LORENA SOARES
eu gostei de ver as imagens,eu gostei mais da imagem que estavam querendo LIBERDADE
RENNAN RIQUELME VARJÃO RODRIGUES
Achei legal
Davi
É Interessante e Legal. Eu Queria Mais!
Emanuel
Eu gostei muito das informações sobre esse assunto. Eu amei muito obrigado!
Kemilly 🫶🏼
Achei muito interessante
João Miguel
Eu achei muito interessante, eu queria ler mais sobre isso.
João Lucas
Eu achei muito legal e foi bem interessante
Cauã Vinicius
Muito interessante .
Valentina Moura
Amei o conteúdo da notícia!
André
Amei! Parabéns! Quero mais conteúdos assim