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Ciência Hoje das Crianças


Conteúdo do Link: http://chc.org.br/um-mergulho-com-os-peixes/

Um mergulho com os peixes

Acompanhe o final da aventura de Rex, Diná e Zíper e suas descobertas no fundo do mar.

Notícias - 17-07-2017 Bichos Imprimir Pdf
Rex, Diná e Zíper embarcaram em um passeio para conhecer a vida e as belezas do fundo do mar. (foto: Manolis Kanakis/ Freeimages)

Rex, Diná e Zíper embarcaram em um passeio para conhecer a vida e as belezas do fundo do mar. (foto: Manolis Kanakis/ Freeimages)

Na semana passada, nossos mascotes foram visitar o litoral e, durante um passeio de barco, a guia, que é bióloga, contou pra eles muitas novidades sobre a alimentação dos peixes. Quando o barco se afastou mais da costa, chegou a vez da atividade mais esperada pelo grupo – o mergulho.

Diná, Rex, Zíper receberam treinamento de como se comportar dentro da água, de como respirar e de como se comunicar por meio de sinais. O passeio subaquático deixou todos espantados com a quantidade de cores e animais habitantes desse ambiente tão diferente. Todos puderam ver estrelas do mar, conchinhas, o belíssimo cavalo-marinho e o colorido dos corais.

Nossos mascotes ficaram espantados com a quantidade de cores e animais do fundo do mar. (foto: Pixabay/ joakant – CC0)

Nossos mascotes ficaram espantados com a quantidade de cores e animais do fundo do mar. (foto: Pixabay/ joakant – CC0)

No entanto, eram os peixes a maior atração. Tinha um com corpo amarelo e um biquinho engraçado que nadava sempre em dupla. Outro com uma barbicha esquisita que ficava cutucando a areia. Um terceiro, muito colorido, tinha um bico parecido com o de um papagaio e fazia barulho mastigando alguma coisa bem dura. Um dos mais numerosos era um listradinho amarelo e preto que formava cardumes e, de vez em quando, ficava roendo a superfície das pedras; eram os mesmos que tinham ido comer migalhas perto do barco.

Este peixe com corpo amarelo prepara o biquinho para receber comida. (foto: Marcelo Melo)

Este peixe com corpo amarelo prepara o biquinho para receber comida. (foto: Marcelo Melo)

Quando os mascotes retornaram para o barco, a guia continuou a falar sobre os peixes:

– Toda essa variedade de peixes e animais que vocês puderam ver debaixo d’água é resultado das relações que ocorrem entre o ambiente e todos os seres ao seu redor, incluindo nós mesmos. Os recifes, que ficam no fundo do mar, estão ocupados por diferentes bichos, e a renovação e a diversidade de seus habitantes dependem de peixes. Se eles comem pão que jogamos para eles, por exemplo, não vão raspar as pedras, e o recife perderá esse importante serviço. Não é comum acontecer no mar, mas, em rios, a floresta que cresce em suas margens depende, às vezes, de peixes que carregam as sementes contra a correnteza. Portanto, nossas atitudes influenciam diretamente o comportamento desses animais, podendo fazer bem ou mal a eles.

O peixe "da barbicha" gosta de remexer a areia para procurar alimentos. (foto: Marcelo Melo)

O peixe “da barbicha” gosta de remexer a areia para procurar alimentos. (foto: Marcelo Melo)

– Então os peixes não gostam da nossa presença? – Rex perguntou assustado.

– Alguns peixes, logo que percebem a nossa presença, se escondem rapidamente para se manterem seguros. Porém, outros não se sentem ameaçados ou com medo da gente. – respondeu a guia. – Por isso, vários animais vêm para a superfície quando alguém joga pedaços de pão ou biscoito. Mas devemos cuidar desses peixes, pois, como eles não se sentem ameaçados e consomem os alimentos que jogamos, podemos acabar fazendo mal à saúde deles se a gente der muita comida.

Os peixes listradinhos amarelo e preto são os mais numerosos. Eles subiram até a superfície para comer migalhas perto do barco. (foto: Marcelo Melo)

Os peixes listradinhos amarelo e preto são os mais numerosos. Eles subiram até a superfície para comer migalhas perto do barco. (foto: Marcelo Melo)

– Puxa! Então não devemos jogar comida na água! – disse Zíper.

– Os peixes precisam comer de maneira correta. Assim, eles crescerão e viverão saudáveis e felizes como nós! – concluiu, animada, Diná.

– Isso mesmo, Diná! Nossa relação com os peixes e com os outros animais pode ser boa para ambos os lados! – disse a guia do grupo.

– Verdade! Já aprendemos essa lição! – concordaram Rex, Diná e Zíper.

Então eles se despediram, já pensando em comer aquele lanche caprichado quando chegassem em casa. Mas sem guardar nada para os peixes!

 

Clique aqui para saber como começou esta aventura.

Fernanda Silva e Eduardo Bessa, Universidade Estadual de Ponta Grossa e Universidade de Brasília

Comentários

Observação: Os comentários publicados abaixo foram enviados por nossos leitores e não necessariamente representam a opinião da Ciência Hoje das Crianças.

  1. Anna Elise Soares Cardoso disse:

    Acho que já li sobre esse assunto, em outro texto.Amei o texto!


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