Grêmio Recreativo Escola de Samba Turma do Rex apresenta… A história do carnaval!



Meninos e meninas, o carnaval chegou! E vocês sabem onde eu, Diná e Zíper vamos aproveitar os dias de folia? No Rio de Janeiro! Estamos tão empolgados que temos até uma sugestão de enredo para dar ao primeiro carnavalesco que encontramos por aí: contar a história do carnaval no Rio de Janeiro. Porque nós decidimos pesquisar para cair na folia bem informados e descobrimos muitas curiosidades!

Você sabia, por exemplo, que, no início do século 19, o carnaval do Rio de Janeiro era bem diferente do atual? Nas ruas, músicas de todos os ritmos tocavam sem parar e as pessoas se divertiam jogando água, tinta, farinha uma nas outras. Esse jeito de brincar tinha um nome meio esquisito: entrudo. Mas ricos e pobres se divertiam assim, apesar de a festa parecer meio de mau gosto para alguns europeus que aportavam na cidade.

Em 1808, porém, a forma de pular o carnaval no Rio de Janeiro começou a mudar com a chegada da família real portuguesa à cidade. As pessoas que tinham melhores condições financeiras começaram a copiar o carnaval francês, com bailes de máscaras, desfiles de carros, coisas tidas como muito chiques. Só que os pobres não podiam entrar nessa festa. E o entrudo foi proibido.

Mas quem disse que o povo ficou sem pular carnaval? Mesmo tendo que enfrentar a polícia, os que não tinham direito de participar do carnaval à francesa faziam sua própria festa nas ruas. Batucavam e vestiam fantasias. Eram os chamados cordões, em que entrava qualquer um e todos os tipos de música eram cantados. Uma farra!

Nessa época, também apareceram os ranchos. Ao contrário dos cordões, eles eram grupos fechados e organizados: escolhiam um tema para desfilar e criavam fantasias e músicas ligadas a esse tema. Isso parece com o que as escolas de samba fazem hoje? Pois é por aí mesmo! Os ranchos estão na origem das escolas de samba, assim como os cordões são os avós dos blocos de carnaval atuais. Dá para acreditar?

Puxa, contar para vocês essa história só me deu mais vontade de cair na folia desde já! Então, peço licença para vestir minha fantasia e participar também dessa festa!

Matéria publicada em 24.02.2017

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Rex

Sou o mascote da CHC. Troquei a pré-história pelo mundo virtual para mostrar a você o lado curioso e divertido da ciência.

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