
Ao caminhar pelas veredas, você deve se preparar para colocar os pés na água. Isso mesmo! Andar com os pés molhados em meio a um corredor de herbáceas, que são plantas baixinhas –em geral, ervas –, que formam pequenos arbustos. Essa vegetação cresce junto aos olhos d’água, que são fontes de água que brotam do solo. Desses “olhos”, a água vai aumentando na região, formando brejos e pequenos aglomerados com águas limpas, um verdadeiro oásis, refúgio para muitas espécies de animais.
Quando a água que corre junto às veredas encontra algum obstáculo, forma pequenos riachos, que, ao se juntarem com outras veredas, aumentam o volume de água, dando origem aos ribeirões. E águas seguem viagem!
Suzana Neves Moreira
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – Unidade de Coxim
Lidiamar Barbosa de Albuquerque
Embrapa Cerrados
Matéria publicada em 25.10.2021
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Baratas! Você faz parte do grupo dos que não estão nem aí ou dos que se apavoram? Seja como for, frente a frentes com as baratas que são protagonistas deste artigo todos os pelinhos do seu corpo ficariam arrepiados! Por quê? Por que essas baratas são GI-GAN-TES!!!
Falar de vermes pode dar um certo embrulho no estômago, mas, cá pra nós, não é curioso saber que o nosso corpo pode servir de moradia para diversos tipos de seres vivos? Alguns deles causam doenças que podem levar à morte, enquanto outros nem são percebidos. Dos microscópicos aos gigantes, há vermes para todos os gostos (argh!). Vamos conhecer alguns deles?
Quando a gente pensa na paisagem de uma grande cidade, logo nos vêm à cabeça muitos prédios, avenidas, calçadas, shoppings... Enfim, muito concreto! Essa imagem em que o cinza predomina não surge à toa. Em geral, as grandes cidades têm mesmo poucas áreas verdes, ou seja, raras praças, jardins botânicos, áreas de preservação ambiental com rios e nascentes, ou, até mesmo, terrenos baldios, onde nada foi construído, mas há muita vegetação. Quando as construções são feitas sem planejamento urbano, isto é, sem incluir espaços de áreas verdes, as cidades tendem a se tornar lugares desagradáveis. Mas, claro, é possível equilibrar a paisagem entre o verde e o cinza para termos como resultado cidades mais sustentáveis!
Existem coisas tão pequenas que a gente não consegue enxergar nem com uma lupa, mas que estão, praticamente o tempo todo, ao nosso redor. Quer exemplos? Minúsculos animais, microrganismos e até tecnologia muito sofisticada! É justamente nesse universo invisível e fascinante que entra a nanotecnologia. Essa área da ciência estuda a criação de novos materiais e dispositivos para serem usados em várias áreas, como na agricultura e na distribuição de água. Tudo bem... Mas onde o arroz e as formigas citados no título entram nisso? Você vai entender já, já!
Não adianta correr atrás do sapo do quintal, querer pegar desprevenida a perereca que está grudada no chão do banheiro, nem ficar cara a cara com a rãzinha que encontrou na cachoeira na expectativa de flagrar um sorriso recheado desses animais. Vai ser difícil localizar seus dentes...