O que não mata, engorda

Pode apostar que essa desculpa não tem nada de higiênico e faz engordar de verdade!  

                                                                                                                      Ilustração Mariana Massarani

“Ah, o que não mata, engorda!”. Quem nunca falou isso depois de pegar do chão aquele último biscoito que deixou cair do pacote? Essa expressão antiga é parente da ‘regra dos cinco segundos’, inventada com o mesmo propósito: comer algo que acabou de cair no chão, garantindo que não vai fazer mal à saúde. Cá pra nós, ter higiene é uma questão de preservar a vida e ‘o que não mata, engorda’ serve mesmo é para disfarçar a nossa gulodice.


priscila
natalia

Priscilla Oliveira Silva Bomfim

e Aline Araujo dos Santos Rabelo
Núcleo de Pesquisa, Ensino, Divulgação e Extensão em Neurociências (NuPEDEN)
Universidade Federal Fluminense

Sou uma pesquisadora apaixonada pelo cérebro e aqui vamos conversar sobre a (neuro) ciência dos ditados populares.

Natalia Galito Rocha Ayres é a convidada da vez!   É pesquisadora da Universidade Federal Fluminense e minha parceira do Núcleo de Pesquisa, Ensino, Divulgação e Extensão em Neurociências (NuPEDEN).

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