Maria-Farinha em apuros!

Se você frequenta as praias do Brasil, saberá de quem vamos falar. Ela é branquinha, da cor da areia. Quando sai ligeira da toca, costuma causar um alvoroço entre os que estão tomando sol. E como corre depressa a danada, balançando os olhinhos que parecem pendurados por um fio! Sim, ela é a maria-farinha! A presença desse crustáceo da família dos caranguejos nas praias indica que o local está limpo. Mas por que será que esses animais estão desaparecendo?

Foto Hans Hillewaert/Wikimedia Commons

Maria-farinha, espera-maré, vaza-maré, papa-defunto, caranguejo-fantasma, siripidoca, guaruça e guriça. Todos esses nomes representam o mesmo animal, encontrado nas praias em diferentes partes do mundo. A espécie que ocorre no Brasil, Ocypode quadrata, é estudada em toda a costa do Atlântico porque indica a qualidade das praias. Ou seja: se tem maria-farinha, a areia está limpinha!

Leonardo Lopes Costa e Ilana Rosental Zalmon

Laboratório de Ciências Ambientais
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy RIbeiro (UENF)

Edição Exclusiva para Assinantes

Para acessar, faça login ou assine a Ciência Hoje das Crianças

CONTEÚDO RELACIONADO

A árvore sagrada da Amazônia

Se você pudesse fazer um pedido para 2020, o que pediria? Uma vacina para prevenir a covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus? Pode apostar que esse é o sonho de muita gente pelo mundo todo. E é também o desafio de muitos cientistas! Que tal conhecer um pouco da história das vacinas e descobrir como são produzidas?