Vamos mexer o corpo?!

Existe uma maneira simples de tornar o vôlei mais acessível a todos. Em primeiro lugar, basta transformar a quadra oficial de vôlei em três pequenos campos, cada qual medindo 5 metros de largura e 9 metros de comprimento. Para acompanhar o campo, a rede também pode diminuir de tamanho e sua altura variar de acordo com o aluno mais alto da turma. Surge, então, o “minivôlei”, que segue as regras básicas do vôlei tradicional, com a vantagem de reunir um maior número de participantes no mesmo espaço.

(foto: Pixabay)

(foto: Pixabay)

Cada equipe pode ter de dois a quatro jogadores. Ou seja, em cada campo de minivôlei jogam até oito pessoas. Isto significa que, em três campos de minivôlei, 24 alunos podem jogar ao mesmo tempo – o dobro da capacidade de uma quadra de vôlei oficial. O método de ensino do minivôlei também é diferente. Os alunos são agrupados de acordo com a habilidade. O que isso quer dizer? Que em um campo fica quem já sabe jogar e em outro fica quem sabe menos. E tem um detalhe: todos jogam a partir da primeira aula, desenvolvendo a confiança e a auto-estima.

 

Aprenda brincando

Você pode montar um campo de minivôlei em qualquer lugar: na praia, no quintal da sua casa, no clube… Chame seus colegas e preste atenção nas instruções:

1) Marque o campo de jogo com uma corda ou com um risco no chão. Para medir o tamanho, conte oito passos para cada lado a partir da rede. A medida pode aumentar ou diminuir de acordo com o número de jogadores. A largura do campo deverá ser de seis passos, que é a mesma largura da rede.

2) Você vai precisar de uma corda ou barbante para fazer a rede que separa os dois campos de jogo. Os postes onde ela é amarrada podem ser de madeira ou bambu e devem estar bem presos ao chão. Uma opção é aproveitar árvores e postes de luz em lugares onde não passe carro. A altura da rede é a mesma atingida pelo jogador mais alto quando ele levanta o braço.

3) A bola pode ser a de vôlei ou outra menor.

Se você quiser, combine algumas regras com o grupo antes de começar o jogo. Depois, é só separar as equipes, praticar e se divertir!

 

Matéria publicada em 10.11.2016

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Roberto Pimentel e Thaís Fernandes

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